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"Louco? Loucos são os Loucos que me chamam Louco mas que não conseguem ver a genialidade da minha Loucura!"

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1ª Outorgante: Consciência de NS

 

2ª Outorgante: NS

 

Celebram entre si um contrato de Resoluções / Intenções e Afins a Termo (in) Certo 2020, subordinam às cláusulas seguintes:

1.ª

A 1ª Outorgante é uma empresa que se dedica a actividade de consciencializar, criar sentimento de culpa, orientar, distinguir o bem do mal.

2.ª

Pelo presente contrato, a 1ª outorgante contrata ao seu serviço 2ª Outorgante para mediante as suas directrizes e autoridade, desempenhar as funções de Não Objetor de Consciência Própria da categoria profissional de Ser Humano Extraordinariamente Normal.

3.ª

O 2ª outorgante tem direito a férias, subsídio de férias e subsídio de natal nos termos da lei aplicável ao regime estabelecido neste tipo de contrato desde que os seguintes artigos sejam executados.

4.ª

O 2ª outorgante compromete-se a ajudar, mimar, amar, confiar em toda a sua família e amigos existentes, os que queiram ser, os que possam ser, os que eu quero que sejam.

5.ª

O 2ª outorgante compromete-se a tentar deixar de ter ataques de parvalheira, mais commumente conhecidos por ansiedade e stress, desta forma dar um melhor bem estar a quem o rodeia.

6.ª

O 2ª outorgante compromete-se a tentar perceber mais de saúde, quiçá tirar uma licenciatura em medicina para dar e vender saúde aos que o rodeiam.

7.ª

O 2ª outorgante compromete-se a utilizar o creme de limpeza de pele oferecido há 3 anos, e após limpeza utilizar o creme que faz qualquer coisa à pele, mesmo que os cremes estejam fora de prazo.

8.ª

O 2ª outorgante compromete-se a correr todos os dias os 6 km do percurso já traçado há 3 anos, podendo adoptar medidas de Running, Joging, Cycling, Walking e podendo mesmo usar as roupas “pipis” para o devido efeito.

Nota: Os 6km podem ser substituídos por outro tipo de actividade conhecida e mais prazerosa de queimar calorias.

9.ª

O 2ª outorgante compromete-se a tentar emagrecer no mínimo 1 quilo por mês, para poder em Agosto em 15 dias engordar 5 quilos e em Dezembro outros 5 quilos, ficando 2 quilos para uma ocasião extraordinária.

10.ª

O 2ª outorgante compromete-se a não usar os perfumes da pequenada, nem da mulherada usando como desculpa que são unissexo, tem os seus próprios perfumes para usar.

11.ª

O 2ª outorgante compromete-se a terminar a tese intitulada: “Antecedents of Customer Engagement in Social Commerce” mesmo tendo que adaptar metade(s) da(s) tese(s) já efectuada(s) ao conceito empresarial, não podendo usar como desculpa: “Não entendo nada de Política de Empresas, da vossa linguagem” o que é verdade.

12.ª

O 2ª outorgante compromete-se a deixar de ser o 8 ou o 80, passando a ser o 7 ou o 79, ser mais humilde, menos orgulhoso e Narcisista, mesmo tento como nome Narciso (ATENÇÃO menos 1 PONTO!)

13.ª

O 2ª outorgante compromete-se a ter uma “Mente Sã e Corpo São” estimulando o cérebro com mais livros, mais diversidade cultural. O corpo? Ver a resolução 8.ª.

14.ª

O 2ª outorgante compromete-se a quando perder a jogar snooker não culpar a criançada com a desculpa: “não me consigo concentrar no jogo”. Perder com dignidade é uma virtude.

15.ª

O 2ª outorgante compromete-se aprender todos os dias, melhorar todos os dias, ser corajoso todos os dias, como o fez até ao dia de hoje.

16.ª

O 2ª outorgante compromete-se a fazer sorrir mais e fazer chorar menos…

17.ª

Este contrato tem a duração de 1 ano, entrando em vigor dia 1 de Janeiro de 2020 e terminando dia 31 de Dezembro de 2020, podendo ser revogado por mais 1 ano, se nenhuma das partes cancelar o mesmo por justa causa.

Anexos

Que 2020 venha com todas as Suas Vicissitudes pois eu estarei aqui de “Peito Aberto” e lhe responderei com o Melhor de Mim.

Mote: Ser Feliz

Feliz 2020

NS


Novo “Voo”

por Narciso Santos, em 02.02.17

 

Sei que ando a falhar com a falta de palavras por este cantinho que já nem considero meu, mas sim nosso, ora por excesso de ranheta, ora por ter que andar em “novos voos” mesmo muito reticente em aceitar “voar” pois tenho uma Fucking tese para fazer, mas lá acabei por sucumbir aos meus desejos de me meter em tudo e mais alguma coisa ao mesmo tempo e chegar ao fim e não fazer nada para variar…

E lá “voo” á procura de um lugar para pousar e lá encontro o local ideal para mim, pergunto quando me fica a brincadeira da “pousadela” por mês, acordo com o preço indicado, e penso em pagar e eis que…. Tchau ta ra raaaaa. Enfiam-me com um contrato, uma minuta de termo de responsabilidade, um inventário e um regulamento de funcionamento de leitura obrigatória, não desses PNLs mas este tinha que ler…

Penso porra só quero um apartamento e não vou propriamente para algo de luxo com relíquias dentro com valor incalculável, mas regras são regras e toca a ler aquilo tudo.

Lá assino o contrato (sempre dá para descontar no IRS e pagar menos), assino o termo de responsabilidade que não sei ainda para que serve, mas está assinado, assino também o inventário sem antes ter visto se o que contém no papel de facto é o que contém no apartamento, mas como sou um tipo porreiro e confio nas pessoas lá assino também e o que me chama atenção, mais por causa de ter passado “pelas brasas” umas 5 vezes ao ler 17 páginas de regras…

E passo a colocar algumas pois nunca vi algo deste género, aos quais nem sei bem para que servem, mas vocês meus caros, 3 leitores iluminados conseguirão com que eu fique a perceber, ou me chamarão à atenção e dirão que fiz cagada…

Só irei colocar as evidências mais estranhas…

Evidência 1 - “É permitida a partilha do alojamento com um convidado, à razão de duas pernoitas por semana, esta partilha sem custos deve ser com conhecimento prévio da gerência” ou seja, se um “familiar” quiser passar uma semana comigo, terá que alugar um hotel por 5 noites, “sendo que 2 são grátis…”

Evidência 2 - “Manter o apartamento limpo e arrumado. Os apartamentos serão examinados a cada dois meses. Serão aplicadas sanções em caso de negligência.” Por acaso é bom zelar pela limpeza do apartamento pois viver no meio de lixo e de cotão não é de todo agradável, só peço que não venham fazer a vistoria no dia em que tiver uma pessoa a passar comigo a noite inteira.

Evidência 3 - “Não alterar a disposição dos móveis fixos no apartamento.” Se os móveis estão fixos como os vou alterar????

Evidência 4 - “Cozinhar apenas nos espaços especificamente destinados a esse fim e nos horários compreendidos entre as 12:00 – 15:00 e 19:00 – 22:00.” Se tiver com “larica” fora destes horários tenho que me contentar com sandocas, bolachas, ou cereais, tudo que não passe por ser confeccionado.

Evidência 5 - “No período entre as 8:00 horas e as 22:00 horas, serão aceitáveis os ruídos resultantes de atividades humanas típicas, associados ao uso habitacional e às atividades que lhe são inerentes, desde que pela sua duração, repetição ou intensidade não sejam suscetíveis de afetar a tranquilidade dos restantes residentes.” Este é o meu preferido, que diabo são ruídos de actividades humanas típicas? O que diabo é típico. Eu costumo Grunhir ao que muitos chamam cantar, isto é Humanamente Típico?

Evidência 6 - “Em caso de desrespeito pelo período de silêncio, os infratores serão penalizados com uma coima de 5€.” Por cada meu grunhido / Cantada são 5€? Ou após coima posso continuar a “grunhar” pois já paguei?

Evidência 7 - “Os residentes podem receber visitas nos apartamentos no período compreendido entre as 08h00 e as 00h00, sendo que as visitas têm de deixar, durante esse período, um documento de identificação na receção.” Afinal acho que esta é a minha preferida… Ora bem, isto dá tempo mais que suficiente após o trabalho, vai-se ao ginásio, depois de ginásio convida-se alguém para jantar em casa e diz, olha conheces a história da Cinderela? À meia noite tens que bazar a correr daqui para fora, e trás sapatilhas, nada de sapatos de cristal.

Evidência 8 - “Os residentes não devem dormir com a almofada decorativa nem em contacto direto com o edredão e a sua capa protetora.” Ou seja… Mas… Como… I give up!

Não oiço a voz da razão e além de  me meter novamente em montes de coisas ao mesmo tempo e a pensar que nada que no fim do trabalho chegar a casa, deitar e colocar a cabeça a almofada e descansar, eis que não sei como descansar e ou o que posso fazer no meu apartamento…

Voo Alto, Mas não Plano, não isso não é para mim… E com estes Voos só me F… ou não…


Resoluções / Contrato Sexuais...

por Narciso Santos, em 20.01.17

Fonte: http://www.trilogiacincuentasombras.com/wp-content/uploads/2012/10/business-contract_300-228x175.jpg

Como descrito na segunda feira em que falo que o primeiro encontro deveria começar “pelo fim” para economizar umas “croas”; eis que consigo resgatar este documento do meu primeiro e extinto blog de 2009.

Já que o Grey (ver post de hoje no outro blog), fez aquele contrato tão estranho para a Inocente Anastasia, fica o meu aqui, na versão mais soft.

Nova prática jurídica: Contrato Sexual? Trata-se de uma modalidade para regulamentar a relação sexual entre duas pessoas.

Todos nós sabemos como é o capitalismo: sim este que constitui a base das relações humanas. Sim! É verdade, tudo gira em torno das verdinhas (e não falo das “verdinhas” que os meus amigos cultivavam em casa para depois fumar, fenómeno estranho este… ).

Como as relações estão a ficar cada dia que passa mais frias e com menos diálogo, resolvo entrar no barco (lá bem uma vez mais estar de acordo com o escrito na segunda).

 

De agora em diante, sexo será por contrato. Assim, é mais fácil, perde-se menos tempo e colocam-se todos os pingos no “I” (ou onde mais for conveniente colocar os pingos). Dessa forma, as “partes” conhecerão previamente as suas obrigações e evitam expectativas frustradas. Segue abaixo o modelo do contrato sexual para que seja impresso, autenticado em cartório e posto em prática.

 

Art. 1º – Fica proibida qualquer prática sexual entre as partes sem que haja contrato. Quebrada esta regra, nenhuma das partes poderá exigir ressarcimento de prejuízos. A única ressalva é se a prática sexual se realizar do indivíduo consigo mesmo.

Art. 2° – O contratante compromete-se a realizar todas as vontades do contratado desde que este também realize as do contratante. Pode haver acordo e negociação entre as partes, desde que tudo seja autenticado em cartório.

Art. 3° – O acto só pode ser realizado se ambas as partes concordarem. Quebrada esta regra, o responsável terá de cumprir uma penalidade (deixo a penalidade em aberto)…

Art. 4° – O contratante compromete-se a satisfazer completamente o contratado e vice-versa. Isso desde que os actos não alterem a dignidade da outra parte.

Art. 5° – É proibido contar a terceiros, com exagero dos factos, o que se fez durante a prática sexual. Se a conversa for entre amigos e sem aumentar os verdadeiros factos, fica a critério do contratante se deve ou não haver punição (uma vez mais fica em aberto o tipo de punição)…

Art. 6° – É decisão do contratante permitir ou não um cigarrinho para depois (marketing ligado ao cigarro após “a coisa”… Ressalva, Eu não Fumo!

Art. 7° – É expressamente proibido que o acto ocorra sem saco plástico, preservativo ou papel-filme. Quebrada essa regra, as consequências são de extrema responsabilidade de quem cometeu a infração (poderá vir 9 meses depois). Também é exigido exames ao sangue para despistar qualquer tipo de doença, venérea ou não…

Art. 8° – Ambas as partes comprometem-se a permanecer em actividade até que estejam satisfeitas. Quebrada essa regra, o sujeito lesado pode pedir ressarcimento pelo tempo perdido durante o acto a dois, mais os juros do tempo perdido no acto solitário para compensar a incompetência da outra parte.

Art. 9° – É de decisão das partes se o acto será completo ou apenas algumas etapas serão realizadas (tudo questão de tempo).

Art. 10° – O presente contrato vale para todos os tipos de orientação sexual e também aos seres sem rótulos.

Art. 11° – Não é necessário que haja amor entre contratante e contratado. Mas é obrigatório que ambos estejam cientes da ausência ou presença deste.

Art. 12° – Só será considerado “amor”, se ambas as partes tiverem dito “eu te amo”, em alto e bom som, sem estar embriagados e trazerem a gravação para autenticar o áudio em cartório.

Art. 13° – Se comprovado o amor entre as partes, todas as regras deste contrato podem ser revistas. (E já adianto que, com amor no meio, tudo pode ficar mais complicado)…

Art. 14° – Depois de realizado o acto sexual, contratante e contratado continuarão livres, a menos que o contrário seja da vontade das partes.

Art. 15° – Fica terminantemente proibido que uma das partes pense em uma terceira enquanto o acto sexual é realizado. No caso do pronunciamento do nome da terceira parte em som audível para o sujeito lesado, a parte que o pronunciou deve arcar com as consequências “frouxas” emocionais da outra.

Art. 16° – Começados os preliminares, contratante e contratado comprometem-se a ir até ao fim. Não será aceite a desculpa “isso nunca me aconteceu antes”. O sujeito que for lesado por este incidente, pode exigir ressarcimento pelo tempo perdido, expectativa frustrada e mais os juros por cada tentativa de “reanimação” da outra parte.

Art. 17° – O pronunciamento de palavras de baixo calão é permitido desde que haja acordo entre ambas as partes. Para esta regra também vale a “palmadinha que não dói” e o “não” teatral que significa “sim, vem logo”.

Art. 18° – Não serão aceitas reivindicações provenientes do “complexo com tamanho”.

Art. 19 – É proibido fazer comentários a terceiros, posteriores à relação, menosprezando a “capacidade” de ambas as partes.

Art. 20° – Por último, contratante e contratado não devem-se culpar por nenhuma prática quando estas tenham-lhes sido agradáveis, porque, estando conforme o contrato, o acto sexual não constitui crime. E é recomendado pelas autoridades com profundo conhecimento em medicina e sacanagem.

Art. 21° – O contratante e contratado declaram que no momento da assinatura deste contrato, leram-no em sua totalidade, estando de pleno acordo com todos os seus dizeres, artigos e condições impressas, bem como, obrigando-se a respeitá-lo, tal como se acha redigido em todos os artigos e condições, ficando cientificados de que qualquer alegação futura de desconhecimento ou não entendimento total ou parcial do presente contrato será encarada com má-fé, sendo atribuídas as penalidades daqui decorrentes.

Art. 22° – Tudo quanto for devido em razão deste contrato será cobrado em acção própria, no Foro Central da Comarca da cidade com renúncia de qualquer outro, por mais privilegiado que seja, correndo por conta do perdedor o principal e todas as despesas judiciais.

Boas “Assinaturas”

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