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"Louco? Loucos são os Loucos que me chamam Louco mas que não conseguem ver a genialidade da minha Loucura!"

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Banana

por Narciso Santos, em 29.12.16

 

Além dos Minions, sou apenas mais um banana neste mundo. No entanto, sou (ou tento ser) um a banana com espinhas, assim tento engasgar alguém que me tente comer! Ainda estou um bocado verde (aquelas bananas que travam na língua de tão verde que são), actualmente o bananeiro está localizado na área do Planeta terra (desconheço outros planetas onde posso ser plantado), algures neste espaço. Sou formado em alguma coisa. Gosto de mandar bitaites por isso criei um blog (que no meu caso é uma aglutinação/condensação de “bananas”).

O mais estranho é que nasci um ser mesmo especial, ou algo me transcede, porque como banana não tenho sementes, qual a lógica de possuir frutos? Se a função do fruto em si é para proteger a dita semente, ver casos de caroços de pêssego, maçã, etc… Então porque raio este banana que aqui escreve tem fruto e não tem semente para proteger? Serei mais um desperdício da natureza, tanto esforço da mesma para expurgar um tipo cá para fora sem sementes? Não sei, não… Sei que isto não tem lógica, o texto claro.

Bom, não sei se é bem isto, por isso deixa lá tentar arranjar um raciocínio lógico, dedutível, indutivel, enfim tudo acabado em “vel”… Para a compreensão de qualquer texto o leitor/ouvinte tanto utiliza o raciocínio lógico para a compreensão analítica, como o raciocínio prático para compreensão ordinária. A compreensão analítica, em oposição à ordinária, requer mais cuidado e, por exigir mais habilidade mental, acarreta grandes diferenças entre adultos (até aqui compreende-se bem, acho eu…). A distinção que aqui se faz entre compreensão ordinária e analítica é relevante porque o raciocínio lógico formal utilizado na resolução dos diferentes tipos de silogismos exige a compreensão analítica de premissas (aqui estou completamente perdido) que raio ando a escrever.

Um exemplo de raciocínio lógico-formal seria: "macaco come banana e homem come banana, logo homem igual a macaco". Obviamente, são armadilhas que o raciocínio lógico-formal encerra.

Depois desta ilustre demonstração de alguma coisa, pode-se concluir que o meu raciocínio e todos os textos escritos são tudo menos lógicos, indutivos ou qualquer coisa, para não entrar nos formalismos, aí é que era, ai, ai..

Sobre que é que comecei a escrever sobre as bananas ou sobre mim ou sobre raciocínios? Só perguntas que me assolam e não me deixam voar, apesar das vertigens e o medo de sair do chão mesmo…

Mas as bananas são no mínimo peculiares, quer pela forma física que apresentam, quer pelo sentido que se pode dar à palavra, comer uma banana, és um banana, etc…

 

Comer uma banana será na sua forma física o mesmo que comer um Calipo de limão ou nem por isso?

CSJ

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